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Consumo de energia elétrica sobe 10,6% em maio

 

O  consumo de energia elétrica registou, em maio, um crescimento, face ao período homólogo, de 10,6%, ou 11,9% com correção de temperatura e número de dias úteis. No período de janeiro a maio, esta subida face aos primeiros 5 meses de 2020 atingiu os 2,6%, ou 2,8% com correção de temperatura e dias úteis. Face a idêntico período de 2019 regista-se, ainda, um recuo de 2,1%.
 
Este maio, as condições mantiveram-se desfavoráveis para a produção hidráulica, com o índice de produtibilidade a registar 0,67 (média histórica igual a 1). Na produção eólica, as condições foram mais favoráveis, com o índice respetivo a registar 1,15 (média histórica igual a 1). O conjunto da produção renovável abasteceu 53% do consumo, a não renovável abasteceu 26% enquanto a importação de energia assegurou os restantes 21%.
 
No período de janeiro a maio, o índice de produtibilidade hidroelétrica atingiu os 1,12 (média histórica igual a 1) e o de produtibilidade eólica 0,97 (média histórica igual a 1). Ainda neste período, a produção renovável abasteceu 72% do consumo, repartida pela hidroelétrica com 35%, eólica com 27%, biomassa com 7% e fotovoltaica, que atinge já pontas de cerca 750 MW, com 3%. A produção não renovável abasteceu 26% do consumo, repartida por gás natural com 24% e carvão com 2%, cabendo os restantes 2% a energia importada.
 
No mercado de gás natural registou-se, também, um forte crescimento homólogo, com uma variação de 24,7%, com incrementos  tanto no segmento convencional, com mais 32,5%, como no segmento de produção de energia elétrica com mais 7,8%. 

No período de janeiro a maio, o consumo acumulado anual de gás natural regista já uma variação homóloga positiva, com uma evolução de 2,4%, apesar de uma contração de cerca de 12% no segmento de produção de energia elétrica, e ficando praticamente em linha com o verificado no mesmo período de 2019.