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Renováveis abastecem 61% do consumo de energia elétrica nos primeiros nove meses de 2021

 

A produção de energia renovável abasteceu 61% do consumo nacional nos primeiros nove meses do ano. A energia proveniente de fontes hidroelétricas assegurou 28%, a eólica 24%, a biomassa 7% e a fotovoltaica 3,7%, enquanto a produção não renovável abasteceu 31% do consumo, repartida por gás natural com 29% e carvão com 2%, enquanto os restantes 8% corresponderam a energia importada. Nos primeiros 9 meses do ano, o índice de produtibilidade hidroelétrica registou 1,13 (média histórica igual 1) e o de produtibilidade eólica 0,98 (média histórica igual 1).

No mês de setembro, o consumo de energia elétrica ficou praticamente em linha com o verificado no mesmo mês do ano anterior, registando uma variação homóloga negativa em 0,3%, ou  positiva em 0,7% considerando a correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis. No final do 3º trimestre o consumo acumulou uma variação, face ao mesmo período do ano anterior, de 1,8%, ou 2,4% com correção de temperatura e dias úteis.  Relativamente a 2019, registou-se uma quebra de 1,7%.

No mês que terminou, as condições para a produção hidroelétrica ficaram próximas do regime médio com o índice respetivo a registar 1,01(média histórica igual1), enquanto na produção eólica se registou um índice de produtibilidade de 1,12(média histórica igual 1). 

Já no mercado de gás natural, manteve-se a tendência de quebra registada nos últimos meses, com uma contração homóloga de 12%, resultado de quebras de 17% no mercado de produção de energia elétrica e de 7 % no segmento convencional, que abrange os restantes consumos. A quebra no segmento convencional deveu-se à redução de consumo nos grandes clientes industriais.

No período de janeiro a setembro, o consumo de gás natural registou, face ao período homólogo do ano anterior, uma contração de 3,5%, com o crescimento de 4,2% no segmento convencional a não ser suficiente para compensar a quebra de 16% no segmento de produção de energia elétrica. Relativamente ao mesmo período de 2019, registou-se um recuo de 5%.